Alojamentos locais entram no mercado do arrendamento de média e longa duração

Considerando que a HomeFinder atua num mercado imobiliário muito abrangente, diariamente verificamos uma procura acentuada de imóveis para arrendamento de média ou longa duração. Este mercado atualmente em alta é certamente uma ótima  opção no imediato, do ponto de vista financeiro, para todos os imóveis que até então estavam inseridos num sector de alojamento local e para férias.

Nos últimos 2 ou 3 anos, dado o grande aumento de oferta no AL e sua sazonalidade, a rentabilidade destes espaços tem vindo a reduzir, com exceção dos centros de Lisboa, Porto e Algarve.

Por outro lado, o aumento das rendas nos novos contratos de arrendamento convencionais, tem sido de tal forma elevado, que do ponto de vista financeiro tornou-se vantajoso optar por esta solução fora das zonas metropolitanas referidas anteriormente.

Nesse momento de pandemia, arrendar em AL seria interessante para proprietários com situações muito particulares (como, por exemplo, no caso do proprietário desejar ocupar pontualmente o imóvel em determinado período de tempo) e ao mesmo tempo poder obter algum rendimento adicional nos restantes períodos.

O arrendamento convencional apresenta outro tipo de desafios. Não é um rendimento passivo como muita gente imagina. Implica assistência, sobretudo no início, tem riscos associados que é possível minorar e precaver, mas é muito interessante do ponto de vista financeiro (patrimonial).

A rentabilidade aqui obtém-se pelo recebimento das rendas e pela valorização do imóvel.

A HomeFinder possui um departamento especializado nesse sector e tem experiência e capacidade para gerir imóveis por todo o norte de Portugal.

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Arrendar é 65% mais caro que comprar em Lisboa e Porto

Comprar casa, tradicionalmente, traz mais encargos do que arrendar, mas, tendo em conta a evolução do mercado imobiliário nos últimos anos, tudo indica que a primeira opção fica hoje mais em conta que a segunda. De acordo com o “Jornal de Negócios” esta quinta-feira, arrendar casa em Lisboa, neste momento, fica em média 65% mais caro do que o valor da prestação a entregar ao banco, caso tivessem adquirido a mesma habitação.

No Porto, esta diferença é ainda mais expressiva: considerando as sete freguesias da Invicta, as rendas são, em média, 100,5% mais elevadas do que a aquisição. Campanhã é a freguesia onde a diferença é maior (141,5%), com a renda a ascender a 619 euros e a prestação a rondar os 256,3 euros.

Para esta comparação, o “Negócios” fez a simulação da aquisição de um imóvel com uma dimensão de 100 metros quadrados. Quanto ao financiamento, foi considerado um montante equivalente a 80% do valor do imóvel, Euribor a 12 meses, com um “spread” de 1,74% e um prazo de 33,3 anos.

No segundo semestre de 2018, o valor mediano dos novos contratos de arrendamento aumentou 9,3%, a nível nacional, revelou o Instituto Nacional de Estatística (INE) na quarta-feira. A maior subida registou-se na área metropolitana de Lisboa, onde as novas rendas cresceram mais de 15% face ao ano anterior.

Fontes: Expresso e Jornal de Negócios

SENHORIOS PRECISAM-SE!…

Desde o seu pico em 2013, a partir do ano 2014 assistiu-se por todo o país a uma cada vez menor oferta de imóveis residenciais para arrendamento, como podemos ver neste gráfico.
Esta diminuição começou mais cedo nas duas grandes áreas metropolitanas: Lisboa e Porto.
Em Braga, este fenómeno começou a acentuar-se por volta do ano 2015.
Em finais de 2018 (com os últimos dados estatísticos disponíveis), verificamos que a oferta de imóveis para arrendamento nunca foi tão baixa em relação à procura… Esta situação persiste em 2019.
Tantas pessoas a precisarem de casa! E são tão poucas as casas disponíveis!
Senhorios precisam-se!…
É um bom negócio, desde que bem feito (nós sabemos como) e também uma necessidade social.

Fonte de dados estatísticos: APEMIP

OPERADORES DE MERCADO MENOS OTIMISTAS NO FINAL DO ANO

Foi publicado recentemente o novo relatório, Portuguese Housing Market Survey, da RICS e da Confidencial Imobiliário.

São 3 as conclusões que se podem retirar:
• Expetativas de vendas pouco animadoras;
• Subida de preços abranda;
• Novas angariações com queda forte.

Registam-se diminuições ao nível das vendas imobiliárias. A principal razão prende-se com a diminuição de inventário, de imóveis disponíveis no mercado para venda.
Mas também verifica-se um abrandamento na subida de preços dos imóveis. Pode ser um indicador, para muitos proprietários que colocavam a possibiidade de venda, de finalmente tomarem essa decisão, porque os preços já não vão subir como subiram até agora!